blog

A estabilidade que gera oportunidades e desenvolvimento.

Categorias: Consumo Sem Comentários

Em entrevista ao jornal Valor Econômico, Márcio Holland, professor da Fundação Getulio Vargas de São Paulo (FGV-SP), afirma que é muito provável que a economia brasileira cresça a taxas superiores a 5% ao ano nos próximos quatro anos, sem deixar pressões inflacionárias. Mas de 2000, quando a d&a se lançou ao mercado, em diante, como caminhou a economia do País?

Na última década, com a consolidação do Real, o Brasil vem vivendo um novo cenário econômico. Foram criadas metas fiscais e de inflação, houve maior controle das contas públicas e a dívida externa foi finalmente liquidada. Nos últimos anos, com as exportações em alta, a balança comercial registrou superávits consecutivos. Só em 2008, as reservas acumuladas pelo Banco Central foram superiores a US$ 230 bilhões.

Em 2009, o País começou a se preocupar euforicamente com o pré-sal, que pode colocar o Brasil no seleto grupo de exportadores de petróleo. E, apesar de uma crise financeira de proporções mundiais, os índices de confiança dos setores econômicos mais importantes e de agências de avaliação de risco atingiram os maiores níveis, se comparados aos dos anos 2000. Assim como as empresas e o mercado internacional, a população, em sua maioria, avaliou que o Brasil foi um dos países menos afetados pela crise e a nossa economia será uma das que mais crescerão na próxima década.

Embora muitos problemas sociais e econômicos ainda persistam, os progressos obtidos nos últimos dez anos foram exponenciais. Mantivemos a estabilidade econômica, aumentamos o poder de renda da população e conquistamos respeito e admiração no cenário internacional. O desafio agora é transformar crescimento em desenvolvimento.

Deixe um comentário

*