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Empresas retringem acesso a redes sociais

Categorias: Comportamento, Tecnologia Sem Comentários

 As  empresas  brasileiras  estão  entre  aquelas  que  mais  restringem  o  acesso  de  seus  funcionários  às  redes  sociais, diz uma pesquisa.

Segundo estudo da consultoria de RH, Robert  Half, que ouviu mais  de  três  mil  executivos  de  13  países, o Brasil  só  perde  para  Dubai  e  Irlanda em  restrição  dessas  mídias.

De acordo com o  levantamento,  44%  das  empresas  brasileiras  liberam  o  uso  dos  meios  digitais  com  algum  tipo  de  restrição,  e  26%  delas  proíbem  o  acesso  de  seus  funcionários  a  essas  mídias.

Para o  diretor  de  operações  da  Robert  Half,  Fernando  Mantovani,  a pesquisa  revela  que  os  gestores  estão  em  fase  de  aprendizado  em  relação  ao  uso  adequado  das  redes  sociais.

“Muitos  executivos  ainda  estão  avaliando  as  vantagens  e  desvantagens  destes  meios  e  as  melhores  formas  de  usá-los  no  ambiente  profissional”,  explica.

Por outro lado…

Embora os executivos brasileiros ainda se mostrem resistentes ao acesso de seus funcionários aos sites de relacionamento social na web, eles adoram se relacionar por esses canais de comunicação. São campeões  mundiais nesse quesito, não  se  importando em  serem  seguidos  ou  adicionados.

Segundo a Robert  Half, os executivos locais demonstram se  sentir  confortáveis  ou  muito  confortáveis  quando  se  relacionam  com  chefes  (61%),  colegas  (81%),  subordinados  (68%)  e  clientes  (66%), aponta a pesquisa.

Outro dado que chama atenção é o uso, cada vez maior, por parte dos gestores brasileiros, das diversas mídias sociais antes de contratar os seus funcionários – 63% checam  os perfis  dos candidatos na web. A  média  mundial  é  de  56%.

A consultoria consultou executivos  de  média  e  alta  gerência  da Alemanha, Áustria, Bélgica, Brasil, Dubai, França, Holanda, Irlanda, Itália, Luxemburgo, República  Tcheca e Suíça.

As  entrevistas foram  realizadas  no  primeiro  trimestre  do  ano.  No  Brasil,  foram  ouvidas  227  pessoas.

Fonte: Info.

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